
Evento narrado pelo Coronel Adil.
“Este é um dos muitos depoimentos que tenho em meu poder sobre a aparição dos “discos voadores".É uma narrativa impressionante que chega às raias do incrível.”
Em seguida o Coronel divulgou na íntegra o depoimento do Sr. Murilo Braga Godoi - É um depoimento longo que vamos sintetizar dando os principais detalhes:
Meia noite e meia, portanto aos trinta minutos do dia 2-11-1954, Murilo Braga Godoi desceu de um bonde em São Paulo - no fim da linha de Santo Amaro e caminhou para sua residência na rua Andaguará.
Num terreno plano e vazio, viu um objeto que tinha uns 20 metros de diâmetro.Despertado por enorme curiosidade, caminhou em direção ao objeto.Ao chegar próximo parou porque notou que o objeto era muito mais alto do que lhe pareceu inicialmente.
Conta então que pensou em retroceder e procurar uma autoridade para relatar o fato.
Neste ponto devemos ler suas próprias declarações:
“Com esse intento tentei correr e não pude.Quis gritar e vi com espanto que não seria capaz de pronunciar qualquer palavra tal a emoção de que me achava possuído.Dirigi-me então ao objeto, mesmo sem ser meu desejo.”
Conta então que penetrou no interior ao “Disco” sem que saiba explicar ou recordar se foi por meio de escada ou rampa.Afirma, no entanto, que a entrada já estava aberta quando chegou perto. Descreve o interior do “Disco” como sendo também de forma circular, com uma luz fosca, mas sem lâmpadas ou qualquer ponto luminoso.Viu no centro uma mesa de formato diferente, tendo no centro da parte posterior uma entrada que parecia própria para uma pessoa entrar. Viu sobre a mesa alguns mapas que apresentavam claridade fosforescente.Entre eles destacou um como sendo da América do Sul.Conta que procurou averiguar se havia algo escrito e notou apenas algumas marcações que pareciam com cogumelos. Conta então que deixou de fitar os mapas - notou que haviam três pessoas na sua frente.Declarou que eram pessoas porque eram idênticas a ele e a nós, porém, que a estatura era bem menor, parecendo ter menos de 1,50 metros.
Disse ainda que os tripulantes eram morenos, de cabelos pretos, cortados bem curtos.Declarou que suas roupas eram colantes, parecendo macacões, sem aparecer botões ou qualquer tipo conhecido para fechamento.As roupas eram de cor cinza-claro.Disse também que todos portavam um cinto com um objeto esquisito que devia ser uma arma.Disse ainda que os homens conversavam entre si por meio de palavras, que ele nada entendeu, mas percebeu claramente a predominância da letra “K”.VAMOS DESTACAR A SEGUINTE PARTE DO SEU RELATO:
“Tive a impressão de que eles sabiam qual era o meu pensamento.De repente, sem que eu saiba explicar, notei que estava andando em direção à saída do objeto e tive a impressão de que estava sendo libertado de uma estranha atração sobrenatural.”
A história de Murilo termina quando ele já afastado do “disco” olhou para trás e viu que o objeto já estava a uns 10 metros do solo - parado - tendo embaixo, no centro uma espécie de parafuso sem fim.Depois, sem ruído, mantendo uma luz arroxeada na sua periferia.

Caboclo José Alves.
Dois dias depois do caso de Murilo Braga Godoi ter visto tripulantes descerem de um “disco” que estava suspenso sobre o solo e apanharem pés de capim, terra, água e folhas, viu os homens pequeninos voltarem ao estranho aparelho que levantou vôo sem fazer ruído.