CASO 5

O “Diário Carioca” em 7-12-1954, noticiava o evento, mas de forma muito resumida.O livro do Comandante Auriphebo Simões registra maiores detalhes.

Nesse livro que é do Comandante Auriphebo Simões, ele conta que quando o avião da VASP, pilotado pelo Comandante Ercoli sobrevoava Congonhas, a tripulação avistou um “disco”ao longe evoluindo a grande distância, ora menos, descrevendo uma órbita em torno do centro do Aeroporto. Da terra ninguém via, porque o teto esteva fechado.O Comandante não quis comunicar o fato à torre do aeroporto porque tinha medo do ridículo, porque na época contar que se viu “disco voador” - era o mesmo que afirmar que se viu um elefante voar...

O comandante Ercoli ficou dez minutos observando o comportamento do “disco".Em dado momento o avião ficou mais próximo do estranho objeto e o comandante notou que ele era imenso.

Foi aí que subitamente o “disco” tomou a direção do avião crescendo tremendamente de volume.Ercoli assustado não resistiu por temer uma colisão que parecia eminente - e para que se soubesse do ocorrido em caso de acidente fatal - COMUNICOU À TORRE COM PALAVRAS RÁPIDAS E EMOCIONADAS QUE UM DISCO DE 45 METROS DE DIÂMETRO PARECIA EM VIAS DE COLIDIR COM A SUA AERONAVE.Mas felizmente, antes de Ercoli terminar  sua comunicação, o “disco” desviou-se bruscamente para cima e passou sem fazer o menor ruído.