
Dois pilotos, Comandante Ferreira e Comandante Armando Bráulio - Pilotos da “NACIONAL”
O Comandante Ferreira declarou:
"O avião estava no topo (três mil metros de altura).A visibilidade era boa.Nesse momento o Armando chamou a minha atenção para o seu lado, na parte esquerda.Olhei para baixo e deparei com um grupo de “objetos”, vamos dizer assim, em formação. Não giravam, nem faziam ruídos, mas desenvolviam grande velocidade. Pareciam de alumínio e devido ao reflexo do sol brilhavam excessivamente.A formação de “discos” passou por baixo do aparelho e desapareceu rumando em direção de Resende. Os “aparelhos” voavam num só plano não tomando altitude nem descendo. O círculo em conjunto media aproximadamente 50 mt e cada qual de tamanho bem pequeno.No meio havia um objeto maior com elevação como uma cúpula.Esse espetáculo durou uns trinta segundos, mas o grupo seria de 12 a 15 objetos que mantinham uma trajetória regular e estável, muito unidos."
Perguntando pelo repórter se eram “DISCOS” respondeu:
Pelo menos é o que já afirmei - objetos estranhos em nada se parecendo com aviões, nuvens, pássaros, enfim, com aquilo que seria razoável de ver.
O co-piloto, naquela época, Armando Bráulio declarou:
Eu vi primeiro.Para dar uma idéia mais exata assemelhavam-se a esses capacetes de soldados.No centro havia um maior como se fosse a capitânea da esquadrilha.A velocidade que desenvolviam era maior que a de um avião a jato.
O COMANDANTE PAULO LUIZ FERREIRA terminou dizendo que “o caso passou a ser divulgado porque não se tratando de ilusão procuramos dar conhecimento ao público.”