
Henrique Vieira.
Síntese da carta dirigida ao Coronel Adil.
Exmo. Sr. Coronel João Adil de Oliveira.
“Não fiz este relato no tempo devido a quem quer que fosse, porque naquela época, sem dúvida, qualquer menção aos D.V. me faria passar por desequilibrado ou mesmo louco, caso afirmasse o que realmente vi.”
Conta que o caso se passou no interior de Mato Grosso - e dá todos os detalhes do local.
Estava pescando num ribeirão, a 400 metros da sua moradia, do seu sítio, quando observou algo estranho:
Diz assim: “Uma tremenda gritaria de macacos e pássaros que pareciam inquietos - (mais um detalhe sobre o pavor dos animais)”
“Tive a impressão de que ali estava aterrissando um helicóptero - estranhei porém a forma do objeto que era redondo - depois até cheguei a pensar que fosse uma miragem...”
Entretanto, convenci de que estava vendo algo real - quando o meu pequeno cão principiou a latir com insistência - arrepiando o pêlo.
“APESAR DE NÃO SER GRANDE A DISTÂNCIA QUE ME SEPARAVA DO OBJETO, TIVE A IDÉIA DE USAR A LUNETA DA MINHA ARMA - o que me permitiu observar melhor o objeto, notando existir duas esferas, sendo uma menor interna girando em torno de outra maior externa.”
O objeto não se achava encostado - pousado no solo - calculei que estaria a cerca de dois metros acima do chão - imóvel no ar.
Particularmente observei que dois tripulantes que possuíam movimentos rapidíssimos - verdadeiramente algo - desembarcaram e um deles trazia uma espécie de cesta fosforescente e o outro, um canudo parecido com um funil.
Para encurtar, porque nosso tempo é curto, devemos dizer que os tripulantes apanharam calcário na margem do ribeirão, retornaram ao “disco”, tornaram a voltar ao solo depois de algum tempo, e então retiraram maior quantidade de calcário da região.
O autor da carta, funcionário do Estado de São Paulo, conta que o processo de retirar terra era rápido e examinando depois o local, notou que haviam três buracos absolutamente quadrados. Conta ainda, que dias depois voltando lá encontrou três enormes buracos que cabiam um homem deitado. Ficou impressionado, e mandou analisar no INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS DE SÃO PAULO a terra recolhida, a qual foi definida como apropriada para fazer louça isolante de condutores de eletricidade.